segunda-feira, 14 de março de 2011

Boa alimentação para crianças

Segunda feira combina com boa alimentação e dieta. E como estou enfrentando um difícil dilema em casa com uma criança de apenas 10 anos fazendo uma rigorosa dieta, fez-me pensar no que é bom para ajudar uma criança com maus hábitos alimentícios a comer melhor, não só nessa fase mas também por toda a sua infância.

 É de suma importância os pais terem disciplina e postura para apresentar ao seu filho o mundo dos alimentos. Desde então, é necessário introduzir e apresentar  à criança uma maior diversidade de alimentos e preparações, priorizando os de boa qualidade nutricional como: frutas, legumes e verduras, sucos naturais, frango sem pele, carnes magras, peixes, arroz, biscoito salgados e produtos integrais.

Vale ressaltar que, o primeiro contato com alguns alimentos pode não ser uma boa experiência. É comum que alimentos diferentes e novas preparações sejam rejeitados pela criança no primeiro momento, principalmente os vegetais por serem verdes. Criança adora fazer manha na mesa dizendo: "Não como verde", mas isso não significa que estes itens devem ser retirado da sua dieta. A adaptação dos alimentos
pelos pequenos demanda paciência e tempo. Os alimentos, uma vez rejeitados, devem ser novamente oferecidos, ao longo de um tempo e em preparações diferentes, por até mais 10 vezes à criança.

Nos primeiros anos de vida é recomendado evitar a oferta de doces e açúcar. É nessa fase que a criança desenvolve seu paladar para tais alimentos e, uma vez, bem aceito estes se tornam prioridade para criançada. Quanto mais tardio for a apresentação dos produtos fontes de açúcar, maior é a chance da criança não desenvolver uma palatabilidade por estes e, então, aderir a uma alimentação mais saudável.

Deve impor regras para a criança comer tais alimentos diferenciados como doces e guloseimas em geral. Refrigerante também entra na lista. De preferência abrir uma excessão nos finais de semana. Fica mais fácil de controlar a alimentação deles.


O mais importânte é chamar a atenção da criança para o atrativo. Eles, assim como nós, comemos primeiro com os olhos e o nariz, depois com a boca. Portanto:
Carinhas no prato ajuda bastante no atrativo


Cardápios coloridos: As cores dos alimentos ajudam a compor a apresentação dos pratos.

Montagem do prato:As preparações devem ser sempre diversificadas, assim como seus acompanhamentos. É interessante, montar o prato de diferentes maneiras, com os alimentos em posições contrárias aos dias anteriores, principalmente quando se trata de arroz e feijão

Alimentos preferidos: Sempre que possível, inclua nas refeições da criança os alimentos de maior preferência, assim ela aceitará com mais facilidade os outros alimentos. Atenção! A presença de alimentos preferidos não impede que o prato contenha novas preparações e/ou alimentos previamente rejeitados, muito pelo contrário.

Autonomia: Deixar a criança controlar o quanto comer. Não forçar! Respeite a sensação de saciedade da criança. Já o número das refeições ao dia pode ser imposto pela família. Deixar a criança comer sozinha, oferecendo ajuda ocasionalmente. Preparar os alimentos de forma que a alimentação seja fácil para ela.


Porém o mais importante é O Respeito. Não forçar a criança e nem castigá-la no caso de recusar se alimentar. É melhor deixar que ela não coma do que tornar a ocasião um momento de desentendimento e insatisfação para filho e pais. Respeite a decisão da criança, mais tarde ela irá  procurar procurar você para se alimentar. Nessa hora ofereça sempre refeições saudáveis. Não brigar na mesa e não gritar com a criança, pode ter certeza que isso só dificultará o seu intendimento com a criança x comida.



Fonte: Busk - Cialdini Faria Camila, Nutricionista

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