segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Tá com a memória fraca? Vamos fortalecê-la!

Hoje quero falar de um assunto muito importante para a nossa saúde. Não é apenas o nosso corpo que precisa estar em movimento, nosso cérebro também precisa ser exercitado. Senão sabe o que acontece?...

....

O que acontece? Acho que esqueci o que eu ia dizer.


Pois é. É exatamente isso o que acontece, você vai deixando de ter aquela memória de elefante e vai esquecendo de coisas que aconteceram agorinha mesmo, até o que estava falando.
Isso geralmente acontece comigo quando alguém interrompe minha linha de raciocínio. Mas saiba que isso não é normal. Normal é lembrarmos de tudo, até do que comemos ontem.
Calma, isso também não é sinal de doença, é só um alerta, pode ser apenas uma fase que você esteja passando, com sobrecarga de trabalho, muita coisa a fazer, cansaço ou não tem dormido direito. Tudo isso, leva você a ter problemas de memórias.



Neurologistas afirmam que a falta de atenção nas tarefas cotidianas pode atrapalhar a memória. O ideal é se concentrar no que você faz e procurar guardar objetos sempre no mesmo lugar, para evitar confusões, como deixar as chaves sempre no mesmo lugar, guardar o "bilhete único" sempre no mesmo bolsinho da bolsa e etc.

Alguns dos fatores principais que afetam a nossa memória são:


Quer saber como funfa nosso cérebro para guardar as coisinhas?


Suponhamos que você alguma coisa muito marcante aconteça com você, a informação vai para uma região central do cérebro chamada hipocampo. É uma espécie de "centro imediato da memória" que eu chamo de "memória a curto prazo", pois as informações do dia-a-dia ficam guardadas temporariamente.

Se depois de um tempo, seu cérebro julgar aquela informação como importante, ele a transfere do hipocampo (curto prazo) para o centro de um sentido específico. Como um perfume, se ele te marcar e seu cérebro achar que é importante, o cheiro ficará guardado no local específico dele, o que varia de sentido para sentido, como tato, paladar e assim vai. Esse centro específico eu chamo de médio prazo. O que podemos perdê-lo depois de um tempo também, se ele não for mais utilizado. Só passará para a memória de longo prazo se ele for sentido mais vezes. Aí minha querida, não esquecemos nunca mais.

Isso acontece quando estudamos para uma prova. É importante fazer essa transferência de curto prazo para médio prazo. Conseguimos isso fazendo da seguinte forma: vemos o conteúdo pela primeira vez, guardamos ele lá no hipocampo. Para processarmos tudo isso, devemos descansar, podemos dormir, será melhor. Ao acordarmos, devemos rever aquilo, assim, as informações obtidas passarão de curto prazo para médio prazo e assim vai. Entenderam?


Para o post não ficar enorme e cansativo, vou separá-lo em duas partes. Amanhã tem mais. Aguardem!

Para ler a segunda parte clique aqui.


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